Orgulho e preconceito

Ela traiu uma história de amor com o mesmo tom de voz bodeada típico do seu desprezo pelas coisas quando o fato ou o assunto simplesmente não lhe interessa, ou não lhe diz respeito. E diz que me ama… Hã?! Por que insiste em afirmar isso?
Não… você não entendeu nada… não sabe nada sobre o amor a duas. Você não sabe amar o amor por amar simplesmente. Nem tem noção do que isso implica em cumplicidade, companheirismo, amizade…
Amigas amam sem máscaras, amigas amam sem regras fixas, amigas não inventam justificativas, nem colocam armadilhas no caminho. Amigas estendem a mão e nos abraçam com força nos momentos limite. Amigas asseguram que o amor é para o que der e vier… Amigas encaram a vida de mãos dadas… nem medo, insegurança, dúvida, constrangimento, indignação.
Se negam amor, negativam o amor,  expulsam o amor… do ventre, da cama, da sala, da casa, das crianças, da alma, da vida… Então não é amor.
Se no seu cotidiano não há tempo quando o exato momento é o agora e a questão é de vida, não de morte, então, querida, adieu…
Gastar tempo em ouvir gênero da boca pra fora não é para mim…
Abaixa o falo e a crista…  Esse amor que você diz não é amor de dentro.
O seu vazio é maior que o meu.
A sua inimiga, acredite, nunca fui eu.

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